Termina assim:«(...)A directora da Escola de Mulheres assume, assim, estar a pagar uma dívida de gratidão: a um amigo, e a um escritor cuja desilusão, nos últimos anos de vida, acompanhou. Mesmo sem a censura a atrapalhar-lhe o caminho, Santareno viu o seu trabalho subir ao palco menos do que parecia merecer o talento que lhe creditavam, e Fernanda Lapa considera-o um dos injustiçados do teatro em Portugal. Um centenário não reparará essa distracção colectiva - quebrada aqui e ali, e nos últimos anos pelos esforços do Museu Marítimo de Ílhavo (MMI) para reeditar a sua obra centrada na pesca do Bacalhau, com a editora E-Primatur, e pela produção de A Promessa, no Teatro Nacional de São João, em 2017. Mas seria ainda mais grave que a efeméride ficasse esquecida».
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
domingo, 20 de outubro de 2019
terça-feira, 8 de outubro de 2019
BERNARDO SANTARENO|UMA OBRA DE CADA VEZ (1)|«O Crime da Aldeia Velha»
SINOPSE
«Em 1934, no Marco de Canavezes, Portugal, uma jovem de uma pequena aldeia é queimada viva para lhe exorcizarem o diabo do corpo. Essa história é verídica e macabra.
Bernardo Santareno, o maior dramaturgo português da modernidade, construiu em torno dessa história um texto violento e intrigante sobre os preconceitos, medos e paixões dos homens e sobre a maneira como estes o guiam e cegam.
A história de Joana, a mais bela rapariga da região, desejada por todos os rapazes em idade casadoira e mesmo por aqueles que já não deviam pensar nessas coisas, é a história da inveja e suspeita das mulheres das aldeias. A crença num poder de sedução de inspiração diabólico, os desequilíbrios sociais, a crendice num livro de São Cipriano… Tudo isto é posto a nu pelo autor que, em poucas páginas, cria um texto único a que obriga o leitor/espectador a reflectir sobre o lado mais obscuro da alma humana e os efeitos que deixar-mo-nos por ele dominar podem acarretar em termos de consequências nefastas». Saiba mais.
Bernardo Santareno, o maior dramaturgo português da modernidade, construiu em torno dessa história um texto violento e intrigante sobre os preconceitos, medos e paixões dos homens e sobre a maneira como estes o guiam e cegam.
A história de Joana, a mais bela rapariga da região, desejada por todos os rapazes em idade casadoira e mesmo por aqueles que já não deviam pensar nessas coisas, é a história da inveja e suspeita das mulheres das aldeias. A crença num poder de sedução de inspiração diabólico, os desequilíbrios sociais, a crendice num livro de São Cipriano… Tudo isto é posto a nu pelo autor que, em poucas páginas, cria um texto único a que obriga o leitor/espectador a reflectir sobre o lado mais obscuro da alma humana e os efeitos que deixar-mo-nos por ele dominar podem acarretar em termos de consequências nefastas». Saiba mais.
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
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